sábado, 17 de março de 2018

MULHER ATEIA FOGO EM CORPO DE ESTUDANTE QUE ESTAVA DENTRO DE UM CARRO.

Por Vanessa Martins, G1 GO

Estudante de farmácia tem 45% do corpo queimado ao ser atacada por outra mulher (Foto: Arquivo pessoal)Estudante de farmácia tem 45% do corpo queimado ao ser atacada por outra mulher (Foto: Arquivo pessoal)
O Pai da estudante Beatriz Carneiro de Araújo, de 20 anos, que teve o corpo queimado por outra mulher quando entrava em um carro carro após
comprar pão, conta que a família está indignada com o crime, que ocorreu em São Luís de Montes Belos, a 120 km de Goiânia. Dono de uma faculdade particular na cidade, Carlos Araújo, de 49 anos, disse que a agressão ocorreu sem motivo.
“Foi do nada. Poderia ter sido com qualquer um. Que eu saiba, a Beatriz não tem rixa com ninguém, é uma menina reservada, nunca teve desavença nenhuma. Estamos todos arrasados. Não conheço essa pessoa, mas vamos acompanhar o caso e queremos justiça”, afirmou.
Segundo o pai, a estudante está sendo transferida para o Hospital de Queimaduras de Anápolis. Após sofrer as queimaduras, a jovem foi socorrida e levada para um hospital particular de São Luís de Montes Belos, onde tinha quadro estável e estava, por precaução, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Estudante tem 45% do corpo queimado ao ser atacada por outra mulher dentro de carro

Ataque

O advogado da família de Beatriz, Marcelo Borges, disse ao G1 que a vítima nunca viu a suspeita antes e que não sabe o que motivou o ataque.
"Quando a Beatriz entrou no carro, essa mulher bateu com uma marreta, jogou álcool e depois ateou fogo. Ela, desesperada e tentando sair com o veículo, acabou conseguindo ligá-lo, mas bateu em seguida em um poste. Em seguida, saiu de dentro dele com o corpo em chamas", disse.
O advogado conta que a jovem tirou a blusa para tentar debelar as chamas e recebeu ajuda de pessoas que estava próximo ao local.
A suspeita do crime, que ainda não foi identificada, foi presa em flagrante pela Polícia Militar e encaminhada para a delegacia. Segundo a Polícia Civil, ao ser interrogada a presa se manteve em silêncio.
G I - Goiás.

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